O porco bísaro é uma raça autóctone de Trás-os-Montes, perfeitamente adaptado ao nosso clima, “nove meses de inverno e três de inferno”. Sendo um porco de crescimento lento, torna-se uma carne menos rentável, quando comparada com as de raças brancas, facto este que quase ditou a sua extinção. Este crescimento lento permite que se deposite gordura intramuscular, que torna a carne mais tenra, suculenta e muito saborosa.
São animais estreitos, compridos, sendo assim um leitão excelente para assar porque tem maior área de costela. Os leitões são criados numa exploração agrícola, pertencente à mesma família, que já tem vinte anos de experiência na criação de porcos bísaros, em regime extensivo.
Os animais vivem em liberdade nesta quinta e pastoreiam em bosques de carvalho, para além de se alimentarem, também limpam o mato, prevenindo assim os incêndios. Na sua alimentação também se incluem hortícolas, como a abóbora, o nabo, e ração feita na própria exploração, com os cereais ali cultivados.
Os leitões permanecem sempre junto da mãe, sendo alimentados quase exclusivamente com o leite materno, em maternidades ao ar livre.
Os nossos leitões são sempre frescos, abatidos em matadouros da região, tendo assim poucas distâncias a percorrer e uma menor pegada ecológica.
O leitão é assado à moda da Bairrada, com o aromático molho apimentado, em forno a lenha, tornando a carne suculenta e a pele tostada e estaladiça!
A lenha usada para aquecer os fornos, esteva e giesta, resulta da limpeza de mato e bosques, contribuindo também assim, para a prevenção de incêndios.
O nosso leitão resulta de uma rigorosa selecção de matérias-primas, e de um exigente cuidado na sua transformação, para que chegue até si este produto de excelente qualidade.